Ainda há muitas empresas em Angola a emitir facturas em Word, Excel ou blocos manuais. O problema: a Administração Geral Tributária (AGT) exige que as facturas sejam emitidas por software validado. Facturar "à mão" é, cada vez mais, um risco fiscal.
O que mudou
A tendência é clara e irreversível: os documentos fiscais (facturas, recibos, notas de crédito) devem sair de um programa certificado/validado pela AGT, com numeração sequencial controlada e capacidade de comunicar os dados à autoridade tributária.
O que é software certificado
- Emite documentos com série e numeração controladas e sem adulteração.
- Suporta os requisitos de comunicação/reporte à AGT (incluindo ficheiros normalizados).
- Garante que uma factura emitida não pode ser apagada ou alterada sem rasto.
Os riscos de não cumprir
Facturas fora das regras podem ser consideradas sem valor legal — o cliente não as aceita para efeitos fiscais, e a empresa arrisca coimas. Num concurso ou numa auditoria, é o tipo de detalhe que trava negócios.
Dica DCSC: Se um cliente empresarial lhe pede "factura com QR/validação AGT" e você não a consegue emitir, está a perder vendas — não é só burocracia.
Como migrar sem dores de cabeça
A migração não tem de ser traumática: escolhe-se uma solução validada, configuram-se séries, artigos e clientes, e forma-se a equipa. Foi o que fizemos com o KitandaSoft, a solução de facturação e gestão que desenvolvemos para pôr o negócio em conformidade sem parar as vendas.